Compreenda o que levou Angelina Jolie a optar pela retirada dos ovários e trompas

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Dois anos após se submeter à dupla mastectomia profilática, Angelina Jolie optou pela retirada dos ovários e das trompas de falópio. A decisão veio após um check up no qual foi detectada alteração em teste para marcadores inflamatórios. Ciente de estar livre da doença, após exames mais aprofundados como PET-CT, a atriz escolheu a remoção.

 

'Maleficent' film event, Kensington Palace, London, Britain - 08 May 2014

 

 

Para Jolie e outras mulheres que, assim como ela, possuem o gene mutante BRCA1 detectado por exame específico, as chances para desenvolvimento do câncer de mama são de até 87%. Já os tumores de ovário têm 50% de chances de ocorrer”, esclarece o oncologista do Centro de Câncer de Brasília (Cettro), Dr. João Nunes. A atriz perdeu a mãe aos 56 anos, após uma década de luta contra a doença.

 

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O exame que detecta o gatilho genético é realizado por coleta de sangue. “Células da paciente são separadas da parte líquida do sangue para que o código genético seja avaliado”, esclarece Dr. Nunes. O teste é indicado para pacientes com alto risco familiar: “São aquelas com mais de dois parentes de 1º grau diagnosticados com câncer de mama antes dos 50 anos de idade; mulheres com parente que enfrentou câncer de mama bilateral também antes dos 50 anos; e aquelas com familiar diagnosticada com tumores de mama e de ovário antes dos 50 anos de idade”. Além da mãe, Jolie perdeu a avó e uma tia para a doença.
No artigo publicado no New York Times esta semana, a atriz destaca que o fato de ter o resultado positivo para BRCA1 não é um mandado cirúrgico. “Há mais de uma forma para lidar com qualquer questão de saúde. O mais importante é conhecer as opções e escolher aquela que é a certa para você”, escreveu.

 

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