Cinderella estreia no Brasil e mantém o sonho vivo

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Cinderela está velha! São 371 anos desde sua primeira publicação em 1634 no Pentamerone de Giambattista Basille, mas, ela continua linda e atual. Do século XVII pra cá “Ella” tomou fôlego extra em 1812 quando se juntou à outras histórias de temática similar na imortal publicação de contos dos germânicos Irmãos Grimm. Mas nada se compara a nova vida que a maltrapilha princesa ganhou ao se tornar meia-irmã de outros clássicos no Walt Disney World.

 

Cinderella

 

Era uma vez um mundo pobre, divido em classes, no qual o sonho que todos deveriam ter seria melhorar de vida de maneira mágica e rápida, de acordo com os dons que Deus lhes deu, mas nunca se esquecendo de ser sempre bom, mesmo que você tenha sido abusado, maltratado ou injustiçado. Aliás, qualquer semelhança com a realidade atual não é mera coincidência.

 

CINDERELLA

 

Cinderela relembra o sonho de milhões de plebeias em virar princesa. Traz a relação interrompida com pais que te amaram mais que tudo. Reforça uma madrasta aproveitadora, uma bruxa que te não te deixa em paz. O mundo é dividido entre bons e maus onde cada um tem seu papel. Realidade essa que foi recentemente redescutida pela própria Disney na adaptação do musical da BroadwayInto the woods” que no último natal virou o filme “Os caminhos da floresta“. Mas se engana quem pensa que o novo Cinderella não tem um final feliz. Muito pelo contrário. O filme reforça a certeza de que sonhar é o primeiro passo para se realizar e, provavelmente, o sonho será a grande alegria que a maioria de nós terá durante nossa curta jornada nessa vida. Sonhar é o que resta para vivermos felizes para sempre. Cinderela estréia nos cinemas de todo Brasil na próxima sexta-feira (27) e traz em sua carruagem a maior bilheteria de 2015 até o momento nos Estados Unidos.

 

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